Vacina Febre Amarela

Quem viaja para o exterior deve conferir se seu destino é alvo de doenças ou epidemias, principalmente de febre amarela. Em muitos casos, é preciso apresentar um comprovante de imunização e tomar precauções para entrar no país.

Acesse as informações de saúde no mundo, de acordo com o roteiro do passageiro:
http://www.anvisa.gov.br/viajante/
Telefone da ANVISA em POA: 51 3358-2459
Aeroporto Salgado Filho
Importante: Para agilizar o seu atendimento faça seu cadastro através do site acima.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 120 países exigem certificado internacional de vacinação contra febre amarela de pessoas que vieram de áreas infectadas pela doença, incluindo quem mora no Brasil.
Os passageiros que estiverem entrando no país e passarem por regiões de risco também
devem apresentar o certificado.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão do Ministério da Saúde, também recomenda a vacinação contra febre amarela a pessoas que circulam por zonas endêmicas brasileiras como: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

A vacina é gratuita, tem validade para vida toda e deve ser tomada pelo menos dez dias antes do embarque, tempo que leva para fazer efeito.
No certificado internacional será apresentada a informação de validade, a partir de dez dias da primeira dose ou do dia da revacinação, e pode ser fornecido nos locais da aplicação, ou seja, postos do Ministério da Saúde ou agências da Vigilância Sanitária. Muitos aeroportos, portos e fronteiras têm postos de vacinação.

Apenas de 2% a 5% das pessoas apresentam reações adversas, no período de 5 a 10 dias após a aplicação. Os efeitos mais comuns são dor de cabeça, dor muscular e febre baixa.
A vacina não deve ser tomada por grávidas, crianças com menos de seis meses, pessoas alérgicas a proteína de ovo, portadoras de imunodeficiência, contaminadas pelo vírus HIV ou que estejam usando medicamentos quimioterápicos ou a base de
 corticosteróides.
Neste caso, o viajante deve ter um documento com os motivos médicos para que não seja vacinado.
Também é aconselhável que as pessoas se imunizem contra gripe quando forem viajar durante o inverno, principalmente para o hemisfério norte.