Ilhas Malvinas, um pedacinho do Reino Unido na América do Sul : 13/01/2016

<p xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">Para os argentinos, Malvinas. Para os ingleses, Falkland. O arquipélago que, para muitos, só remete a guerras e divergências diplomáticas é capaz de surpreender até mesmo os turistas mais experientes - como Darwin, que utilizou este pedaço de terra para realizar suas pesquisas sobre a Teoria da Evolução. Localizadas a cerca de <a  data-cke-saved-href="http://www.pureviagem.com.br/noticia/patagonia-10-lugares-fantasticos-para-conhecer-na-regiao_a5759/1" href="http://www.pureviagem.com.br/noticia/patagonia-10-lugares-fantasticos-para-conhecer-na-regiao_a5759/1">500 quilômetros da Patagônia</a>, as Ilhas Malvinas reúnem um roteiro riquíssimo, que vai muito além de suas paisagens naturais (como se isso já não fosse suficiente). Pubs e restaurantes típicamente britânicos, roteiros históricos e passeios ecológicos que ainda são pouco explorados por turistas. Sorte de quem opta por visitá-los.</p><p xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">Se é possível tirar algum ponto positivo de uma guerra, o das Malvinas foi ter levado o nome do arquipélago para o mundo. Com isso, as ilhas que antes eram remotas e desconhecidas, entraram na rota dos turistas, ainda que timidamente. Hoje, suas cidades não ultrapassam os 3 mil habitantes, mas a infraestrutura surpreende, e o fluxo turístico chega a 60 mil pessoas por ano.</p><p xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">Grande parte desta população vive em Port Stanley, a charmosa capital. A cidade lembra um vilarejo britânico de litoral, com pequenas edificações à beira-mar, gramado baixo, ruas pavimentadas e veículos em mão inglesa. O pequeno município conta com pubs, restaurantes, poucos hotéis e monumentos que homenageiam os mortos na Guerra das Malvinas. Sua construção mais famosa é a Catedral de Stanley, erguida em 1892, e considerada a igreja mais ao sul do mundo.</p><p xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">Como se pode ver, tudo nas Malvinas remete ao Reino Unido. É que apesar da proximidade com a Argentina, o arquipélago é um território britânico, fato que até hoje gera divergências políticas. No entanto, quem visita este pedaço de terra garante: não há nada hostil além do frio, que no inverno é intenso.</p><p xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">Como toda ilha remota, a primeira impressão é sobre sua vida selvagem. E neste ponto, as Malvinas são um verdadeiro deleite. São nada menos que 700 ilhas, cercada por praias coloridas e animais abundantes, como pinguins, os albatrozes e os leões-marinhos. E não há nada mais deslumbrante que descer de um jipe e ser agraciado por um grupo interminável destes simpáticos animais. Regiões como Gypsy Cove - uma baía perto de Stanley -, e Volunteer Point são consideradas ideais para admirar esta biodiversidade.</p><p xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">Na gastronomia, o carro-chefe do arquipélago é a carne de carneiro, bastante servida nos poucos restaurantes de Stanley. Outra alternativa é visitar o pacato vilarejo de Darwin, que tem este nome pois serviu de base para o pesquisador inglês.</p><p xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">  <strong>Como chegar</strong></p><p xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">Os voos para as Malvinas têm periodicidade semanal. A melhor maneira de se chegar no arquipélago é saindo das cidades de Punta Arenas, no Chile, ou de Rio Gallegos, na Argentina. Cruzeiros também atracam com frequência na região, principalmente àqueles que tem como destino a Patagônia e a Antártica. Para entrar no arquipélago, é necessário ter um passaporte com pelo menos seis meses de validade, além de um visto que é tirado no próprio aeroporto.</p><p>Na Foto: Malvinas servem de habitat para milhares de pinguins endêmicos da Patagônia</p>

Para os argentinos, Malvinas. Para os ingleses, Falkland. O arquipélago que, para muitos, só remete a guerras e divergências diplomáticas é capaz de surpreender até mesmo os turistas mais experientes - como Darwin, que utilizou este pedaço de terra para realizar suas pesquisas sobre a Teoria da Evolução. Localizadas a cerca de 500 quilômetros da Patagônia, as Ilhas Malvinas reúnem um roteiro riquíssimo, que vai muito além de suas paisagens naturais (como se isso já não fosse suficiente). Pubs e restaurantes típicamente britânicos, roteiros históricos e passeios ecológicos que ainda são pouco explorados por turistas. Sorte de quem opta por visitá-los.

Se é possível tirar algum ponto positivo de uma guerra, o das Malvinas foi ter levado o nome do arquipélago para o mundo. Com isso, as ilhas que antes eram remotas e desconhecidas, entraram na rota dos turistas, ainda que timidamente. Hoje, suas cidades não ultrapassam os 3 mil habitantes, mas a infraestrutura surpreende, e o fluxo turístico chega a 60 mil pessoas por ano.

Grande parte desta população vive em Port Stanley, a charmosa capital. A cidade lembra um vilarejo britânico de litoral, com pequenas edificações à beira-mar, gramado baixo, ruas pavimentadas e veículos em mão inglesa. O pequeno município conta com pubs, restaurantes, poucos hotéis e monumentos que homenageiam os mortos na Guerra das Malvinas. Sua construção mais famosa é a Catedral de Stanley, erguida em 1892, e considerada a igreja mais ao sul do mundo.

Como se pode ver, tudo nas Malvinas remete ao Reino Unido. É que apesar da proximidade com a Argentina, o arquipélago é um território britânico, fato que até hoje gera divergências políticas. No entanto, quem visita este pedaço de terra garante: não há nada hostil além do frio, que no inverno é intenso.

Como toda ilha remota, a primeira impressão é sobre sua vida selvagem. E neste ponto, as Malvinas são um verdadeiro deleite. São nada menos que 700 ilhas, cercada por praias coloridas e animais abundantes, como pinguins, os albatrozes e os leões-marinhos. E não há nada mais deslumbrante que descer de um jipe e ser agraciado por um grupo interminável destes simpáticos animais. Regiões como Gypsy Cove - uma baía perto de Stanley -, e Volunteer Point são consideradas ideais para admirar esta biodiversidade.

Na gastronomia, o carro-chefe do arquipélago é a carne de carneiro, bastante servida nos poucos restaurantes de Stanley. Outra alternativa é visitar o pacato vilarejo de Darwin, que tem este nome pois serviu de base para o pesquisador inglês.

Como chegar

Os voos para as Malvinas têm periodicidade semanal. A melhor maneira de se chegar no arquipélago é saindo das cidades de Punta Arenas, no Chile, ou de Rio Gallegos, na Argentina. Cruzeiros também atracam com frequência na região, principalmente àqueles que tem como destino a Patagônia e a Antártica. Para entrar no arquipélago, é necessário ter um passaporte com pelo menos seis meses de validade, além de um visto que é tirado no próprio aeroporto.

fonte: http://www.msn.com/